Quem conduz o Mover Melhor

Meu nome é Fabiano Gonçalves. Sou artista, educador Feldenkrais e terapeuta do movimento.

Meu trabalho nasce do encontro entre movimento, percepção, arte e aprendizagem corporal.

Conheça o Fabiano

Sou completamente entusiasmado pelas possibilidades de aprendizagem e transformação que surgem quando uma pessoa começa a perceber melhor como se move.

No Método Feldenkrais, encontrei uma forma de investigar o corpo sem corrigi-lo ou submetê-lo a modelos. Em vez disso, criamos condições para que cada pessoa reconheça seus hábitos, descubra alternativas e encontre maneiras mais confortáveis, organizadas e livres de agir.

Desde 2016, conduzo práticas de Consciência pelo Movimento para grupos, acompanhando pessoas em processos de ampliação da percepção, da mobilidade, do equilíbrio e da autonomia.

Uma trajetória entre arquitetura, arte e movimento

Sou Educador Feldenkrais certificado pela International Feldenkrais Federation e pela Formação Feldenkrais Teiativa. Entre 2018 e 2022, atuei no Núcleo Feldenkrais, colaborando em programas regulares, workshops e processos de formação profissional.

Minha primeira formação foi em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília, seguida de um mestrado em arquitetura bioclimática pela Cardiff University. Atuei durante dez anos com projetos e consultoria. Dessa trajetória permanece o interesse por espaços e estruturas que transformam a experiência das pessoas por meio do movimento, da percepção e da relação com o ambiente.

Sou também terapeuta somático, formado pelo programa Diálogos Formativos, baseado no pensamento de Stanley Keleman, e Educador Tântrico pela Escola Aos Caminhos.

Desde 2014, desenvolvo uma pesquisa artística com estruturas de tensegridade, investigando equilíbrio, tensão, sustentação e interdependência — princípios que atravessam também minha compreensão do corpo e do movimento.

Hoje, concentro minha atuação na criação, organização e difusão de experiências com o Método Feldenkrais. Tenho estruturado práticas em jornadas temáticas, aproximando o Método de questões concretas da vida das pessoas e criando caminhos mais claros de participação e continuidade.

Esse trabalho inclui também a pesquisa e a tradução de lições originais de Moshe Feldenkrais, em colaboração com outros educadores, contribuindo para ampliar o acesso a um material ainda pouco disponível em português.

Pesquisa, tradução e continuidade

Parte importante da minha atuação hoje está dedicada a criar caminhos para que o Método Feldenkrais possa chegar a mais pessoas de forma clara, acessível e conectada às suas necessidades.

Por isso, tenho organizado práticas e jornadas em torno de temas específicos, como pés, respiração, coluna, ombros, olhos e equilíbrio. Essa estrutura aproxima o Método de questões concretas da vida cotidiana e facilita o engajamento, a continuidade e o aprofundamento de quem pratica.

Também coordeno o grupo de estudos Descobrindo Pinchas, formado atualmente por 17 educadores Feldenkrais. Juntos, estudamos, traduzimos e conduzimos em português lições originais de Moshe Feldenkrais, ampliando o acesso a um vasto material que ainda permanece pouco conhecido entre muitos profissionais brasileiros.

Quer conhecer o trabalho na prática?

Explore as atividades do Mover Melhor e encontre uma forma de começar.

O corpo como um sistema vivo

Compreendo o corpo não como uma máquina formada por partes isoladas, mas como um sistema vivo, relacional e capaz de aprender.

Foi dessa compreensão que nasceu a imagem do Corpo Floresta: um corpo diverso, plástico e aberto à criação de novos caminhos. Embora Mover Melhor seja agora o nome do trabalho, essa imagem continua presente como uma referência poética e conceitual.

Mover melhor, para mim, é ampliar possibilidades. É criar mais escolhas onde antes havia repetição, mais percepção onde havia automatismo e mais liberdade para responder às diferentes situações da vida.